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Biblioteca do Café

Influência de cafés de gôsto rio em ligas com cafés de bebida mole

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dc.contributor.author Castilho, Antonio de
dc.contributor.author Gomes, F. Pimentel
dc.contributor.author Pereira, Luiz Sergio de Paiva
dc.contributor.author Moraes, Roberto S.
dc.contributor.author Lourenço, Sidival
dc.date.accessioned 2023-04-17T17:47:44Z
dc.date.available 2023-04-17T17:47:44Z
dc.date.issued 1967-09-14
dc.identifier.citation CASTILHO, Antonio de; GOMES, F. Pimentel; PEREIRA, Luiz Sergio de Paiva; MORAES, Roberto S.; LOURENÇO, Sidival. Influência de cafés de gôsto rio em ligas com cafés de bebida mole. Anais da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Piracicaba, v. 24, p. 149-176, 14 set. 1967. Disponível em: https://www.scielo.br/j/aesalq/a/VzHYmQH7QhCRqtKc9VsNSym/?lang=pt. Acesso em: 24 jan. 2023. pt_BR
dc.identifier.issn 2316-8935
dc.identifier.uri https://doi.org/10.1590/S0071-12761967000100015 pt_BR
dc.identifier.uri http://www.sbicafe.ufv.br/handle/123456789/13797
dc.description.abstract Os autores estudam a influência do café Rio em ligas com cafés brasileiros de bebida Mole. Foram ensaiadas porcentagens crescentes de Café Rio: 0,0; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0; 7,5; 10,0; 12,5; 15,0; 20,0; 25,0; 30,0; 35,0; 40,0; 50,0. Realizaram-se dois experimentos em blocos incompletos equilibrados, com t = 21 tratamentos (os mencionados acima), k = 3 parcelas por bloco, r = 10 repetições, b = 70 blocos, L = 1. Cada parcela era formada de 3 xícaras, de tipo padrão, sobre as quais cada degustador dava uma só opinião. Cada parcela era provada por 3 degustadores. Os dados coletados são, pois, 630 para cada ensaio (210 parcelas, 3 degustadores). Atribuia-se a cada parcela, para fins de análise estatística, a média das opiniões dos 3 degustadores. Os dois ensaios deram resultados bem concordantes, que levaram às seguintes conclusões: a) Faz-se necessária a transformação dos dados, pois as variâncias relativas aos diversos tratamentos são muito discrepantes. b) A transformação T = √ Y dá resultados satisfatórios. c) O café Rio prejudica sensivelmente a bebida do café Mole, para teores a partir de 2,0%. d) Para teores de 4,5% em diante a liga tem bebida Riada ou Rio. e) A regressão obtida não é estritamente linear, mas a linha reta da uma aproximação razoável. f) Consideradas as porcentagens de 0,0 a 10,0%,a equação de regressão para os dados transformados pela transformação T = √ Y é: T = 1,7045 - 0,127 X, onde X é a porcentagem de café Rio e T dá a bebida, na escala numérica adotada, transformada pela raíz quadrada. g) A equação de regressão para os tratamentos de 0,0 a 10,0% de cafe Rio é Y = 3,0997 - 0,3281 X, isto é, há uma queda de 0,3281 na escala numérica da bebida, para cada unidade de porcentagem de café Rio. pt_BR
dc.format pdf pt_BR
dc.language.iso pt_BR pt_BR
dc.publisher Universidade de São Paulo, Escola Superior de Agricultura pt_BR
dc.relation.ispartofseries An. Esc. Super. Agric. Luiz de Queiroz;v. 24, p. 149-176, 1967;
dc.rights Open Access pt_BR
dc.subject influência do café Rio pt_BR
dc.subject Ligas com cafés brasileiros de bebida mole pt_BR
dc.subject.classification Cafeicultura::Qualidade de bebida pt_BR
dc.title Influência de cafés de gôsto rio em ligas com cafés de bebida mole pt_BR
dc.type Artigo pt_BR

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