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    Coffee seed physiology
    (Brazilian Journal of Plant Physiology, 2006-06) Eira, Mirian T. S.; Silva, E. A. Amaral da; Castro, Renato D. De; Dussert, Stéphane; Walters, Christina; Bewley, J. Derek; Hilhorst, Henk W. M.
    Considerable advances in our understanding of coffee seed physiology have been made in recent years. However, despite intense research efforts, there are many aspects that remain unclear. This paper gives an overview of the current understanding of the more important features concerning coffee seed physiology, and provides information on recent findings on seed development, germination, storage and longevity.
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    Conservação de sementes de Coffea spp. em coleções de germoplasma ex situ
    (2000) Eira, Mírian T. S.; Walters, Christina; Caldas, Linda S.; Reis, Raimunda B.; Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café
    O café é considerado um dos mais importantes produtos agrícolas no mercado internacional e muitos países estão envolvidos na sua produção, consumo e comercialização. O Brasil é o principal produtor de café a nível mundial desde os anos 1800 (Medina Filho et al., 1984; Fazuoli, 1986). Tradicionalmente, as espécies de café vem sendo conservadas ex situ como plantas vivas mantidas em coleções de germoplasma a campo, já que as sementes de Coffea não sobrevivem por longos períodos sob as condições convencionais recomendadas para Bancos de Germoplasma (grau de umidade de 5±2% e –18°C) (Ellis et al., 1990, 1991; Hong & Ellis, 1992, 1995; Dussert et al., 1997, 1998; Eira et al., 1999). Tais coleções apresentam problemas como erosão genética das espécies e variedades devido a pouca adaptação às condições ambientais desses locais, pragas e doenças, além de envolverem um grande custo financeiro e de mão de obra. Assim, o desenvolvimento de técnicas alternativas de conservação a longo prazo dos recursos genéticos de Coffea spp. vem a ser uma importante prioridade. Estudos recentes mostraram que as sementes de diversas espécies de Coffea apresentam diferenças de tolerância à desidratação e a baixa temperatura (Dussert et al., 1998; Eira et al., 1999) e devem ser estudadas separadamente para o estabelecimento do protocolo de conservação. Fatores como a procedência das espécies, grau de maturidade e fatores genéticos podem ainda estar relacionados com tal comportamento e devem ser melhor estudados. O efeito do grau de umidade e da temperatura na sobrevivência de sementes de Coffea spp. foi estudado visando caracterizar o comportamento das sementes no armazenamento. Não foram observadas diferenças de tolerância à desidratação e à baixa temperatura entre as cultivares de C. arabica. No entanto, o grau de tolerância à desidratação variou muito entre as espécies de Coffea. C. racemosa foi a espécie mais tolerante, contrastando com C. liberica, a mais sensível. As diferenças dentro do gênero Coffea podem ser atribuídas tanto a relações filogenéticas quanto ao habitat de origem da espécie e/ou duração do período de maturação. Observou-se, por exemplo, que espécies agrupadas em uma mesma subseção dentro do gênero Coffea apresentavam grau semelhante de tolerância à desidratação, embora a classificação das espécies não tenha sido baseada em características fisiológicas das sementes. Espécies provenientes de regiões mais secas, como C. racemosa, C. arabica, C. canephora e C. congensis apresentaram grau de tolerância à desidratação mais elevado que sementes de C. liberica ou C. dewevrei, naturais de regiões mais úmidas. Quanto ao período de maturação das sementes, em C. racemosa, a espécie mais tolerante à desidratação, é de apenas 90 dias, enquanto em C. liberica, a espécie menos tolerante, a maturidade só é atingida depois de 360 dias.

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